A Paixão de Andreia Nunes pelo Boi Caprichoso e a Cor Azul
Andreia Nunes compartilha sua história de amor pela cor azul e sua escolha de torcer pelo Boi Caprichoso, revelando a conexão emocional que a leva a Parintins.

A amazonense Andreia Nunes expressa seu amor pela cor azul e um CD nostálgico do Boi Caprichoso como fatores decisivos para sua escolha de torcer pelo boi da estrela. Neste momento, ela se encontra em Parintins, participando da 59ª edição do famoso festival folclórico, um dos maiores espetáculos a céu aberto do mundo.
A cor azul, considerada uma das três cores primárias, tem diversos significados e é utilizada em várias áreas. Na psicologia, por exemplo, simboliza tranquilidade e confiança, enquanto na saúde pode indicar diagnósticos. No contexto cultural, o azul se torna parte vital do Festival Folclórico de Parintins, onde os bois Caprichoso e Garantido representam uma rivalidade vibrante.
Com 41 anos, Andreia chegou a Parintins nesta semana, motivada por sua paixão pela cor azul. Desde a infância, a cor sempre foi sua favorita, o que naturalmente a levou a se identificar com o Boi Caprichoso, cujas cores são azul, preto e branco. A sua escolha foi ainda mais reforçada pelo álbum Luz e Mistérios da Floresta, lançado em 1995, que a tocou profundamente e a fez sentir parte da nação azulada.
A trajetória de Andreia como torcedora começou com sua visita ao tradicional Bar do Boi, onde ela assistia a ensaios e apresentações. Essa experiência foi marcante para ela, pois foi nesse ambiente que teve seu primeiro contato real com o boi. “As pessoas falam que o boi escolhe a gente, mas eu escolhi o meu boi, o Caprichoso”, afirma Andreia, que já participou do festival quinze vezes.
Para Andreia, cada viagem a Parintins representa uma verdadeira loucura, repleta de dedicação e esforço. “A maior loucura que eu fiz pelo Caprichoso é vir aqui e torcer para ele ser campeão”, compartilha. Para ela, a experiência de vivenciar o festival é única e inesquecível, ressaltando que visitar a Ilha da Magia é uma das maiores experiências da vida, cheia de cultura e novas amizades.
Fonte: Portal Amazônia