Âmbar Energia suspende troca de cabos após recomendação do MPAM
A Âmbar Energia decidiu suspender a troca de cabos de alta e baixa tensão em Manaus por 30 dias, seguindo uma recomendação do Ministério Público do Amazonas.

MANAUS – A concessionária de energia elétrica Âmbar Energia anunciou, em uma nota divulgada no início da noite desta sexta-feira (11), que irá acatar a recomendação do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM). A empresa suspenderá temporariamente a troca de cabos de alta e baixa tensão para esclarecer os fatos relacionados ao uso dos materiais.
De acordo com o MPAM, a suspensão dos serviços de reforço dos cabos de alta tensão em Manaus será válida por 30 dias. O objetivo é investigar se os cabos de alumínio utilizados pela Âmbar Energia são apropriados para as condições climáticas da região e se estão em conformidade com as normas técnicas e de segurança estabelecidas.
A Âmbar Energia, que assumiu a concessão há apenas quatro meses, destacou em sua nota que está em um processo de modernização da rede elétrica de distribuição no estado. A empresa assegura que os novos cabos, que estão sendo utilizados como substitutos dos antigos, atendem às normas técnicas exigidas no Brasil, mas concorda em suspender os trabalhos temporariamente, na expectativa de que poderão ser retomados em breve após os devidos esclarecimentos.
O compromisso da Âmbar Energia é transformar a realidade da distribuição de energia elétrica no Amazonas, que há décadas enfrenta um sistema ineficiente e precário. A modernização, que inclui a troca de cabos nus de alumínio por cabos revestidos, é uma parte essencial desse trabalho, visando aumentar a segurança da rede e reduzir falhas sem impactar o consumo ou a tarifa dos usuários.
Em respeito à orientação do Ministério Público e com um compromisso contínuo de diálogo, a Âmbar reafirma sua intenção de retomar a modernização da rede em breve. A empresa acredita que essa suspensão temporária é um passo importante para assegurar a qualidade do serviço prestado à população amazonense.
Fonte: Amazonas Atual