Botafogo coloca sua SAF à venda; John Textor se pronuncia sobre o assunto
A SAF do Botafogo está oficialmente à venda, conforme anúncio da Corky Gully no Financial Times. John Textor, ex-diretor da Eagle, comenta sobre o processo de venda.
Rio de Janeiro - A Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Botafogo foi colocada à venda. A nova administradora, Corky Gully, anunciou a intenção de venda do clube em uma publicação no jornal Financial Times nesta terça-feira, 14 de novembro.
No comunicado, o Botafogo foi destacado como "um dos clubes mais históricos do Brasil", juntamente com outras equipes, como o Lyon e o RWDM Brussels, que também estão à venda. A Corky Gully, que é especializada em reestruturação financeira, assumiu a gestão do Botafogo após uma série de movimentações envolvendo a credora Ares.
Ares acionou mecanismos da legislação inglesa para nomear administradores independentes da holding que controla o Botafogo. Essa medida foi adotada em meio a uma crise de governança, que se intensificou após a saída de John Textor da diretoria da Eagle, oficializada no final de fevereiro. A mudança foi motivada por problemas de gestão e falhas de conformidade, além de restrições financeiras.
Apesar de sua saída da diretoria, John Textor ainda mantém conexão com a SAF do Botafogo por meio de uma liminar concedida pela Justiça do Rio de Janeiro. Ele está buscando um aporte financeiro para melhorar a situação do clube, mas enfrenta a resistência do associado, que não aprovou uma operação estimada em cerca de 25 milhões de dólares.
Em entrevista à ESPN, Textor descreveu o anúncio da Corky Gully como um procedimento padrão. Segundo ele, essa é uma exigência legal durante a administração judicial, onde os acionistas e credores atuais poderão fazer ofertas. O empresário explicou que esse protocolo é comum na Inglaterra, mas pode ser uma novidade para o público brasileiro.
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