Brasil brilha no Parapan-Pacífico de natação com medalhas e recorde
No primeiro dia do Parapan-Pacífico de natação, Brasil conquista dois ouros e duas pratas. Lídia Cruz estabelece recorde das Américas em sua prova.

Nesta sexta-feira, 28 de outubro, o Brasil iniciou sua participação no Parapan-Pacífico de natação com um desempenho notável, conquistando quatro medalhas, sendo duas de ouro e duas de prata. As competições estão acontecendo na cidade de Walnut, nos Estados Unidos, e seguem até o dia 30.
As provas do Parapan-Pacífico são realizadas em um formato multiclasses, onde atletas com diferentes limitações competem na mesma série. A classificação para as finais e a definição das medalhas são determinadas pelo Índice Técnico da Competição (ITC), que calcula uma pontuação baseada no tempo e na classe de cada atleta.
Esta competição, que foi criada em 2011, é aberta a nadadores de países fora da Europa, como Estados Unidos, Canadá, Austrália e Japão. O objetivo do torneio é proporcionar uma plataforma de alto rendimento em anos sem Mundiais ou Jogos Paralímpicos, permitindo que atletas de diversas nações se enfrentem.
O Brasil está representado por uma equipe de 16 nadadores, todos medalhistas em competições individuais do último Mundial realizado em Singapura, em 2025. Um dos destaques do dia foi a nadadora fluminense Lídia Cruz, que quebrou o recorde das Américas ao vencer os 150m medley S4 com o tempo de 2min56s31.
Além de Lídia, a mineira Patrícia Pereira também se destacou na mesma prova, alcançando a medalha de prata com um tempo de 2min57s33. Nos 200m livre, o paulista Gabriel Bandeira garantiu a medalha de ouro na categoria S2-S5 e S14, registrando o tempo de 1min53s21. Samuel Oliveira, também de São Paulo, conquistou a prata nos 50m borboleta das classes S5-S7, com um tempo de 33s68.
Fonte: D24AM