Criadores do Dominó Futebol Clube lançam financiamento coletivo em Manaus
Heimar Pinheiro e Heriam Brito apresentam o Dominó Futebol Clube, um jogo de tabuleiro que une futebol e dominó, através de uma campanha de financiamento coletivo.

Manaus, no coração da Amazônia, ganha um novo jogo de tabuleiro que promete revolucionar a forma de jogar dominó. O Dominó Futebol Clube (DFC) é uma criação dos amazonenses Heimar Pinheiro de Oliveira e seu filho Heriam Brito de Oliveira, que passaram um ano trabalhando para unir suas paixões pelo futebol e pelo tradicional dominó de cinco pontas da Região Norte.
O DFC é resultado da combinação de habilidades: Heimar traz sua experiência em gerência de projetos e design 3D, enquanto Heriam contribui com seu conhecimento em jogos e liderança em maratonas de produção. Juntos, fundaram a QiPrest, uma empresa com a missão de trazer diversão de volta ao mundo físico, oferecendo uma alternativa às distrações digitais.
O desenvolvimento do DFC não foi simples; após um ano de protótipos, os criadores garantiram que o jogo fosse fácil de aprender, mas suficientemente estratégico para atrair jogadores de todos os níveis. O processo envolveu a transição de materiais como papel e cortiça até chegar ao tabuleiro magnético em 3D que conhecemos hoje.
Um dos principais desafios enfrentados pela QiPrest é a produção local em Manaus, já que a maioria dos jogos de tabuleiro disponíveis no Brasil é fabricada na China por questões de custo. Heimar e Heriam decidiram apostar na Zona Franca de Manaus, buscando parcerias com gráficas e fabricantes locais para produzir um jogo com DNA amazonense.
Para financiar a primeira produção do DFC, a QiPrest lança uma campanha de financiamento coletivo no Catarse, que ocorrerá de 7 de agosto a 7 de setembro. O modelo funciona como uma pré-venda, onde os apoiadores reservam suas unidades com vantagens exclusivas. Caso a meta seja alcançada, os recursos são liberados para a produção; se não, o valor pago é devolvido integralmente, garantindo que ninguém saia no prejuízo. Heimar destaca que o maior desafio é educar o público sobre o funcionamento desse modelo inovador.
Fonte: D24AM