Críticas ao Preparador Físico de Gabriel Ganley após sua Trágica Morte
O preparador físico Marcelo Cruz enfrenta críticas após a morte do fisiculturista Gabriel Ganley, de 22 anos, em São Paulo, levantando questões sobre suas práticas.

Em São Paulo, o preparador físico Marcelo Cruz tornou-se o centro de controvérsias após a trágica morte do fisiculturista e influenciador fitness Gabriel Ganley, de apenas 22 anos. Ganley foi encontrado sem vida em seu apartamento no último sábado, dia 23, e a situação reacendeu debates sobre o mundo do fisiculturismo e as técnicas utilizadas por Cruz.
O treinador era responsável pela preparação de Ganley, incluindo a gestão de sua dieta e a implementação de protocolos hormonais. Recentemente, o jovem compartilhou uma foto ao lado de Cruz em suas redes sociais, com a legenda: “Criador e criatura”, que agora ganha um novo significado após sua morte.
Após o falecimento, outros influenciadores que já trabalharam com Cruz começaram a expor suas experiências sobre treinos intensos. Um dos relatos mais impactantes foi de Gabriel Morais, conhecido como “camisa roxa”, que contou sobre um protocolo que lhe foi passado, orientando-o a consumir 75 gramas de sal em três dias. Morais afirmou que precisou remover vídeos de suas redes sociais a pedido de Cruz.
Embora não tenha mencionado o treinador diretamente, internautas conectaram os relatos ao nome de Cruz, especialmente após a divulgação de prints de conversas que traziam seu nome. Marcelo Cruz é um nome respeitado no fisiculturismo brasileiro, tendo trabalhado com notáveis como os campeões olímpicos Ítalo Ferreira e William Lima.
Nas redes sociais, Cruz possui uma grande base de seguidores e se apresenta como defensores do “bodybuilding sem mimimi”. Em meio a tributos pela morte de Ganley, Morais expressou sua tristeza, afirmando que o jovem era mais que um atleta promissor; ele era uma fonte de inspiração e resiliência, deixando um legado que será lembrado.
Fonte: D24AM