Debate no Programa Entrevistas sobre o Programa Selo Amazônia
No programa Entrevistas do Amazon Sat, Sissi Alves discute a implementação do Programa Selo Amazônia, que visa certificar produtos da bioeconomia da Amazônia Legal.

O programa Entrevistas, veiculado pelo canal Amazon Sat, é uma iniciativa do Grupo Rede Amazônica que busca discutir temas relevantes que ocorrem em Brasília e que impactam a região amazônica. Neste episódio, o jornalista e apresentador Welliton Lopes recebeu a diretora do Departamento de Novas Economias do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Sissi Alves da Silva, para debater o Programa Selo Amazônia.
O Programa Selo Amazônia tem como objetivo a certificação de produtos e serviços da bioeconomia que utilizam insumos da Amazônia Legal. A iniciativa, que é voluntária e foi criada pelo Governo Federal, busca valorizar os produtos da região, gerando renda e fortalecendo bionegócios, conforme destacou Sissi Alves durante a entrevista.
Durante a conversa, a diretora do MDIC explicou que o foco do Programa Selo Amazônia é aumentar a renda e o desenvolvimento econômico na região amazônica. Ela ressaltou que o programa visa agregar valor aos produtos feitos a partir de insumos do bioma amazônico, além de abrir mercados tanto nacional quanto internacional para esses produtos.
O Programa Selo Amazônia, instituído pelo Decreto nº 12.285/2024, é uma certificação de terceira parte que beneficiará todos os produtos e serviços da bioeconomia e bioindústria produzidos na Amazônia Legal, que atendam aos critérios de sustentabilidade. Sissi Alves destacou a importância da inclusão produtiva na certificação, que valoriza não apenas os produtos, mas também toda a cadeia produtiva, incluindo povos indígenas e comunidades tradicionais.
Na fase atual, a implementação do Programa Selo Amazônia está concentrada na elaboração de normas técnicas, com previsão para que o primeiro produto certificado seja lançado no segundo semestre de 2027. A diretora mencionou que a norma setorial para o primeiro produto deve ser publicada em janeiro de 2027, e a expectativa é que até o meio do ano o primeiro produto já tenha a certificação, o que pode trazer um impacto significativo para a economia da região.
Fonte: Portal Amazônia