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Fátima Pleti chora pela morte do irmão enquanto vive exilada na Argentina

A brasileira Fátima Pleti lamenta a morte do irmão e a impossibilidade de retornar ao Brasil para o sepultamento, devido a sua condenação pelo STF.

Ana Beatriz Souza2 min de leituraFátima Pleti, exílio, STF
Fátima Pleti chora pela morte do irmão enquanto vive exilada na Argentina
Foto: (Foto: Reprodução Redes Sociais)

A brasileira Fátima Pleti, de 65 anos, utilizou suas redes sociais para expressar sua tristeza pela morte do irmão e pela impossibilidade de voltar ao Brasil para as despedidas. Atualmente refugiada na Argentina, Fátima foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 14 anos de prisão após ser acusada de envolvimento nos eventos do dia 8 de janeiro.

No vídeo compartilhado, a idosa aparece em lágrimas, transmitindo a dor de perder um familiar enquanto se encontra distante de seu país natal. Fátima ressaltou a dificuldade de enfrentar esse luto, longe de sua família, e a impotência que sente por não poder se despedir pessoalmente de seu irmão.

“Hoje é mais um dia de grande dor na minha vida, perdi um irmão querido, um irmão de um gigante coração. E eu aqui, pagando por um crime que não cometi, nesse país distante da família, impotente de poder dar o último adeus ao meu irmão”, afirmou Fátima, demonstrando seu sofrimento emocional.

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A exilada, que sempre negou as acusações de vandalismo e tentativa de golpe de Estado, considera-se vítima de uma injustiça legal que a impede de viver o luto ao lado de seus entes queridos. Fátima Pleti faz parte de um grupo de brasileiros que fugiram para a Argentina em busca de asilo político após as condenações do STF.

Condenada a 14 anos de reclusão por Abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado, ela agora vive na Argentina. Fátima aguarda definições sobre sua situação migratória e sobre pedidos de extradição, enquanto sua defesa afirma que sua participação nas manifestações foi pacífica e que a pena imposta é excessiva.

Fonte: D24AM

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