Gás do Amazonas impulsiona segurança energética da Região Norte
A produção de gás natural no Amazonas é essencial para a segurança energética da Região Norte, especialmente para a Usina Jaguatirica II em Roraima.

MANAUS – No dia 16 de agosto de 2026, a Eneva apresentou os resultados operacionais do segundo trimestre, destacando a importância do gás natural produzido no campo de Azulão, no Amazonas. Este recurso foi crucial para garantir a segurança energética da Região Norte, especialmente no abastecimento da Usina Termelétrica (UTE) Jaguatirica II, localizada em Roraima.
A UTE Jaguatirica II terminou o trimestre com 100% de disponibilidade operacional e um despacho de 60%. Esses resultados reforçam a importância da integração entre a produção de gás natural no Amazonas e a geração de energia em Roraima, um modelo desenvolvido pela Eneva que visa assegurar um suprimento energético confiável à região.
No segundo trimestre, a Bacia do Amazonas produziu um total de 0,05 bilhão de metros cúbicos (bcm) de gás, direcionado principalmente à UTE Jaguatirica II. Durante esse período, a termelétrica gerou uma energia bruta de 166 GWh e uma geração líquida de 157 GWh, evidenciando seu papel estratégico na segurança do suprimento energético do estado.
Embora o Linhão Manaus-Boa Vista tenha sido ativado, integrando Roraima ao Sistema Interligado Nacional (SIN), a UTE Jaguatirica II ainda se mostra vital para a confiabilidade do sistema elétrico da região. A disponibilidade total de 100% alcançada no trimestre demonstra a capacidade da usina de responder rapidamente às necessidades do operador do sistema, garantindo energia sempre que necessário.
O diretor de Operação da Regional Norte da Eneva, Álcio Adler, ressaltou a importância dos ativos flexíveis e disponíveis para garantir a confiabilidade do sistema elétrico e o atendimento seguro à população de Roraima. No consolidado da companhia, a geração bruta total atingiu 2.537 GWh no segundo trimestre de 2026, um crescimento de 35% em relação ao mesmo período de 2025, refletindo o aumento no acionamento das usinas termelétricas da Eneva.
Fonte: Amazonas Atual