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Influenciadora Malévola é presa no Egito por vídeos de comportamento obsceno

Malévola, influenciadora brasileira, foi detida no Egito após a divulgação de vídeos considerados obscenos. Sua equipe jurídica busca apoio da Embaixada do Brasil.

Carlos Eduardo Lima2 min de leituraMalévola, prisão, Egito
Influenciadora Malévola é presa no Egito por vídeos de comportamento obsceno
Foto: (Foto: Reprodução)

A influenciadora brasileira conhecida como Malévola, cujo nome verdadeiro é Mariana Alves Gadelha Pereira, foi detida no Egito nesta terça-feira, dia 20 de setembro. A sua prisão ocorreu após a circulação de vídeos que, segundo as autoridades locais, mostram comportamentos obscenos e exibicionistas. A repercussão nas redes sociais foi intensa, com muitos de seus seguidores expressando preocupação com sua segurança.

A assessoria de imprensa de Malévola informou que sua equipe de advogados está em contato com a Embaixada do Brasil no Cairo e com as autoridades egípcias competentes. O objetivo é monitorar a situação e garantir que os direitos da influenciadora, bem como sua integridade física, sejam respeitados durante o processo legal.

Essa não é a primeira vez que Malévola enfrenta problemas com a lei. Em agosto de 2023, ela foi detida em São Paulo por desacato e lesão corporal, resultante de uma briga em uma festa. Na ocasião, foi liberada após o pagamento de fiança. Com cerca de 1 milhão de seguidores nas redes sociais, a influenciadora é conhecida por seu conteúdo humorístico e por se envolver em polêmicas.

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Uma das controvérsias que a cercaram recentemente envolveu um salão de beleza, onde Malévola alegou ter sido vítima de um golpe ao ser cobrada R$ 6.000 por um serviço que inicialmente custaria R$ 2.800. Essa situação gerou uma discussão acalorada nas redes sociais, envolvendo também a cantora Jojo Todynho, que defendeu o cabeleireiro Robson Souza, conhecido por atender celebridades em São Paulo.

Conforme informações do Ministério do Interior egípcio, Malévola e uma amiga foram investigadas após a divulgação de vídeos que mostravam gestos de conotação sexual e interações físicas com homens em espaços públicos. Durante o interrogatório, ambas teriam admitido que os vídeos foram gravados com a intenção de aumentar o engajamento e visualizações em suas contas. O caso permanece sob investigação, enquanto a defesa das brasileiras continua em contato com a embaixada.

Fonte: D24AM

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