Karol Casique brilha na WorldSkills Shanghai 2026 representando o Amazonas
A florista amazonense Karol Casique, de 20 anos, fez história ao representar o Brasil na WorldSkills Shanghai 2026, a maior competição de educação profissional do mundo.

A jovem amazonense Karol Casique, de apenas 20 anos, destacou-se ao representar o Brasil na WorldSkills Shanghai 2026, a mais renomada competição de educação profissional global, que ocorreu entre os dias 22 e 27 de setembro. Como aluna do curso de Florista do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) no Amazonas, ela levou o nome do estado ao evento internacional, realizado na China.
A história de Karol na competição começou com sua formação profissional. Inicialmente, ela ingressou no curso de Florista com o objetivo de acumular horas complementares para a faculdade, mas o seu interesse pela área a impulsionou a se destacar, culminando na conquista da medalha de ouro nas Competições Senac. Esse feito garantiu sua vaga na seleção brasileira para a WorldSkills.
Em suas palavras, Karol expressou a magnitude da experiência: “Foi uma experiência incrível, algo que eu nunca imaginei quando entrei no curso de Florista, que o Senac me traria tão longe para uma competição internacional e tão gigante. Eu dei o meu melhor, fiz tudo que podia para representar o Senac e o Brasil da melhor forma e saio muito feliz com a experiência.”
A WorldSkills Shanghai 2026 contou com a participação de cerca de 1,4 mil competidores de 70 países em 64 ocupações profissionais. O Brasil, com sua maior delegação na história do evento, levando 71 jovens, obteve um impressionante segundo lugar na classificação geral, ficando atrás apenas da China, o país-sede. Na ocupação de florista, Karol enfrentou provas práticas que exigiam habilidades técnicas e precisão.
Para se preparar para a competição internacional, Karol passou meses se dedicando a treinamentos e simulados, focando nos critérios estabelecidos pela organização do evento. Essa experiência permitiu não apenas que ela aplicasse os conhecimentos adquiridos em sua formação, mas também que competisse com jovens de diversas partes do mundo. Ao final da competição, a delegação brasileira conquistou oito medalhas, incluindo duas de prata e seis de bronze, além de 29 medalhas de excelência para aqueles que superaram a média em suas ocupações.
Fonte: Portal Amazônia