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Lais Souza faz homenagem emocionante a pesquisadora Tatiana Sampaio

A ex-ginasta Lais Souza surpreendeu ao se levantar e homenagear a pesquisadora Tatiana Sampaio no Prêmio Brazilian Engineering 2026, em um momento de grande emoção.

Marina Ribeiro2 min de leituraLais Souza, Tatiana Sampaio, Prêmio Brazilian Engineering
Lais Souza faz homenagem emocionante a pesquisadora Tatiana Sampaio
Foto: (Foto: Reprodução Instagram @lalikasouza)

No Rio de Janeiro, a ex-ginasta Lais Souza se destacou em um dos momentos mais emocionantes do Prêmio Brazilian Engineering 2026. Esta foi a primeira vez que Lais apareceu em público desde o acidente que a deixou tetraplégica em 2014. Durante a cerimônia, ela se levantou para subir ao palco e entregar um prêmio à pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ.

Tatiana Sampaio é reconhecida por sua liderança no desenvolvimento de tratamentos com polilaminina para lesões medulares. Ao discursar, Lais não conseguiu conter a emoção e comentou sobre o impacto significativo do trabalho de Tatiana nas vidas dos pacientes. “Espero que lá na frente a gente consiga colher frutos de tudo que está acontecendo agora”, disse a ex-atleta, com a voz embargada.

A homenagem não apenas celebrou os avanços da pesquisa brasileira, mas também destacou os resultados práticos já obtidos. Até o momento, dez pacientes foram selecionados para participar de experimentos com a polilaminina, e alguns já conseguiram retomar movimentos do dia a dia.

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O momento rapidamente viralizou nas redes sociais, mas gerou confusões em relação ao uso da polilaminina. Alguns interpretaram que o movimento de Lais era resultado da utilização da substância. Contudo, a assessoria e especialistas esclareceram que a mobilidade da atleta foi possibilitada pelo uso de uma órtese, um dispositivo externo que oferece suporte e alinhamento mecânico aos membros.

Embora a homenagem tenha sido uma celebração do avanço da engenharia nacional, é importante ressaltar que o caso de Lais não se enquadra nos critérios das pesquisas atuais com polilaminina, uma vez que é considerado um quadro crônico. Os estudos com essa substância são restritos a pacientes com lesões medulares agudas, ocorridas em até 72 horas.

Fonte: D24AM

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