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Limite de financiamento para veículos de aplicativos sobe para R$ 200 mil

O Programa Move Brasil agora permite financiamento de até R$ 200 mil para carros de taxistas e motoristas de aplicativo, incluindo novos modelos híbridos.

Carlos Eduardo Lima2 min de leiturafinanciamento, veículos, programa Move Brasil
Limite de financiamento para veículos de aplicativos sobe para R$ 200 mil
Foto: (Foto: © Marcello Casal jr/Agência Brasil)

O Programa Move Brasil, que abrange taxistas e motoristas de aplicativos, anunciou a elevação do limite de financiamento para veículos novos, passando de R$ 150 mil para R$ 200 mil. Essa mudança foi formalizada por meio de uma portaria conjunta dos Ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e da Fazenda, publicada em uma edição extraordinária do Diário Oficial da União.

Com essa atualização, o governo federal espera que cerca de 88% do mercado brasileiro de veículos seja alcançado, em comparação com aproximadamente 63% anteriormente. A nova medida amplia as opções de modelos financiáveis, permitindo que motoristas de aplicativos e taxistas acessem veículos de categorias superiores e com maior conforto.

Além do aumento do teto, a portaria também adicionou novos modelos de veículos híbridos ao programa. Agora, são aceitos carros que combinam motor elétrico com motores a combustão que utilizam álcool, gasolina ou uma combinação dos dois, mantendo o foco em sustentabilidade e eficiência energética.

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Dados do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) de 2026 indicam que os veículos híbridos podem reduzir o consumo energético em até 24% em comparação com modelos convencionais. O Move Brasil, que está em vigor desde 27 de julho, prevê disponibilizar até R$ 30 bilhões em crédito para a compra de veículos novos por motoristas de aplicativo e taxistas.

A ampliação do programa ocorre em meio a discussões do governo para aumentar a participação dos bancos privados nas operações de financiamento. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, mencionou que, apesar do interesse crescente de instituições como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, os bancos privados têm mostrado uma adesão menor ao programa, o que tem gerado preocupações sobre o volume de financiamentos realizados.

Fonte: D24AM

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