Lula afirma que Brasil não avança com armas e milícias durante eleição
Neste domingo, Lula declarou que o futuro do Brasil depende da educação e da participação popular, não de armas ou escândalos. Ele se mostrou confiante na vitória nas eleições.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato pelo Partido dos Trabalhadores (PT), fez declarações incisivas neste domingo (4), afirmando que o Brasil não pode avançar com a venda de armas e sob a influência de milicianos. Ele criticou também a corrupção envolvendo o escândalo do Banco Master, referindo-se a isso como uma "orgia" que não contribui para o desenvolvimento do país.
Lula, após votar em São Bernardo do Campo, destacou que o verdadeiro progresso do Brasil deve vir da facilitação da distribuição de livros didáticos nas escolas, e não da criminalidade ou da corrupção. "O Brasil vai para frente com seriedade e dignidade dos seus governantes", afirmou ao se dirigir aos jornalistas presentes.
O presidente considerou o dia da eleição como um "dia glorioso para o Brasil", ressaltando a importância do pleito na escolha de um projeto de país. Ele afirmou que os eleitores têm nas mãos a decisão entre fortalecer a democracia ou optar pela barbárie, além de escolher entre desenvolvimento e retrocesso.
Mostrando-se otimista, Lula expressou confiança não apenas pelo trabalho realizado durante seu governo, mas também pelo empenho durante a campanha eleitoral. Ele acredita que sua candidatura terá uma ampla aceitação em todo o Brasil e se disse "certo" da vitória nas urnas.
Além disso, Lula enfatizou a relevância da participação popular na eleição, incentivando todos, inclusive os eleitores com mais de 70 anos, a comparecerem às urnas, mesmo que o voto seja facultativo para essa faixa etária. "O fato concreto é as pessoas se mobilizarem democraticamente", concluiu o presidente.
Fonte: Amazonas Atual