Lutador japonês paga R$ 95 por dois kiwis e denuncia golpe em SP
Yujiro Koshida, lutador japonês, reclamou nas redes sociais após pagar R$ 95 por dois kiwis no Mercado Municipal de São Paulo. O caso reavivou denúncias de 'golpe da fruta'.

O lutador japonês Yujiro Koshida, conhecido por sua carreira nas artes marciais e luta livre, expressou sua indignação nas redes sociais ao revelar que pagou R$ 95 por apenas dois kiwis no Mercado Municipal de São Paulo, nesta segunda-feira, dia 11. Koshida está no Brasil para participar de eventos de luta livre profissional organizados pela Brazilian Wrestling Federation antes de retornar ao Japão.
Em sua postagem, o atleta relatou que, após experimentar diversas frutas oferecidas, não conseguiu recusar a compra. Ele destacou: “Me cobraram R$ 95 (3000 ienes) por dois kiwis. Era o mesmo preço do rodízio de churrasco que comi ontem à noite, mas será que isso é justo, pessoal do Brasil?”. A publicação rapidamente chamou a atenção de seus seguidores, que apontaram que o lutador teria sido vítima do famoso “golpe da fruta”.
A nota compartilhada por Koshida indicou que a banca onde ele adquiriu os kiwis cobrou por um quilo do produto, mas não pesou os itens corretamente, o que sugere uma prática irregular. O Mercado Municipal de São Paulo, um ponto turístico tradicional, foi procurado pela imprensa, mas ainda não se manifestou sobre a situação específica envolvendo o lutador.
O “golpe da fruta” se tornou amplamente conhecido em 2022, quando turistas e frequentadores começaram a relatar casos semelhantes em redes sociais e plataformas como o TripAdvisor. Vendedores das bancas oficiais costumam adotar uma abordagem insistente, oferecendo frutas de forma evasiva, o que pode constranger os visitantes a aceitarem preços exorbitantes.
Diante da repercussão das denúncias, a Prefeitura de São Paulo implementou um sistema de fiscalização para coibir essas práticas ilegais. Em nota, o Mercado de São Paulo informou que desde 2021 tem adotado medidas para prevenir comportamentos inadequados. Eles afirmaram que os preços estavam devidamente expostos, mas se comprometeram a investigar qualquer relato de descumprimento das regras, podendo notificar os vendedores em caso de irregularidades.
Fonte: D24AM