MPAM propõe medidas de segurança para o Festival de Parintins 2026
O Ministério Público do Amazonas recomenda ações preventivas para garantir a segurança durante o 59º Festival Folclórico de Parintins, que acontece em junho. As medidas visam proteger a população e os turistas.

O Ministério Público do Amazonas (MPAM) está tomando medidas para assegurar a segurança de moradores e visitantes durante o 59º Festival Folclórico de Parintins, que acontecerá nos dias 26, 27 e 28 de junho de 2026. A recomendação foi emitida pelas 1ª, 2ª e 3ª Promotorias de Justiça de Parintins, visando a implementação de ações preventivas e fiscalização técnica.
A Recomendação Conjunta nº 01/2026, assinada pelos promotores de Justiça Ricardo Mitoso Nogueira Borges, Ludmilla Dematté de Freitas Coutinho e Marina Campos Maciel, busca garantir a segurança pública e a proteção social durante o festival. O MP orientou órgãos públicos e instituições envolvidas a adotarem medidas rigorosas para assegurar a fiscalização estrutural do evento.
A recomendação abrange diversas entidades, incluindo os grupos folclóricos Boi Bumbá Caprichoso e Boi Bumbá Garantido, o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM), o Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (Detran-AM), a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), a Prefeitura de Parintins, entre outros. Segundo a promotora Ludmilla Dematté, o MP acompanhará a implementação das recomendações ao longo do período de preparação e realização do festival.
A iniciativa também enfatiza a importância da proteção integral de crianças e adolescentes, alinhando-se à campanha #DiversãoComRespeito, promovida pela Ouvidoria-Geral do MP, que estará presente em Parintins pelo segundo ano consecutivo. O promotor Ricardo Mitoso ressaltou que a proposta visa mitigar riscos, especialmente com o aumento do fluxo turístico, através de controle na participação de jovens em ensaios e apresentações noturnas, além de proibições relacionadas à venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos.
Com a proximidade do festival, o MPAM orientou a adoção de providências específicas, como a obtenção de alvarás para as associações folclóricas e planos de operação para garantir a segurança do público. Os órgãos têm até 1º de junho para informar sobre o cumprimento das recomendações, e o não atendimento poderá levar a medidas administrativas e judiciais.
Fonte: D24AM