Nove pessoas são presas em Manaus por crimes sexuais contra menores
A Operação Égide, realizada pela Depca, prendeu nove suspeitos de crimes sexuais contra crianças e adolescentes em Manaus nesta segunda-feira (28). A ação é parte do esforço contínuo do Estado para combater esse tipo de violência.

Na manhã desta segunda-feira, 28 de agosto, a Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) lançou a Operação Égide em Manaus. Esta operação tem como principal objetivo o combate a crimes sexuais contra crianças e adolescentes na capital amazonense.
Durante a operação, foram cumpridos nove mandados de prisão preventiva e um mandado de busca e apreensão. O Poder Judiciário havia expedido, ao todo, 10 mandados de prisão que estão relacionados a investigações conduzidas pela unidade especializada.
As ordens judiciais foram executadas simultaneamente por equipes policiais em diversas áreas de Manaus, incluindo os bairros Centro, Alvorada, Cidade Nova, Grande Vitória, Mauazinho, Tarumã e Zumbi II. Além disso, uma das prisões ocorreu em plena via pública, na Avenida Autaz Mirim.
Objetivos e Apoio da Ação
A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) informou que a Operação Égide faz parte de um esforço contínuo do Estado para afastar da sociedade indivíduos investigados por atos de violência e exploração sexual infantil. O foco é garantir a responsabilização criminal dos suspeitos e fortalecer a rede de proteção às vítimas e suas famílias.
A operação contou com o apoio de várias unidades policiais, incluindo a Delegacia Especializada em Roubos e Furtos de Veículos (DERFV), a Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core-AM) e o 3º Distrito Integrado de Polícia (DIP). Após serem presos, os homens foram levados à sede da Depca para os procedimentos legais e, em seguida, ficarão à disposição da Justiça para responder às acusações.
É importante ressaltar que, devido à natureza dos crimes, que envolvem menores de idade, os detalhes dos processos e as identidades das vítimas e dos suspeitos são mantidos em sigilo, conforme estipulado no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Fonte: D24AM