Orientações para transportar insumos amazônicos em viagens aéreas
Saiba como transportar alimentos da Amazônia em voos nacionais e internacionais, respeitando as regras das companhias aéreas e da ANAC.

Transportar insumos da culinária amazônica de avião é uma prática comum para muitos que se deslocam para outros estados ou países. Alimentos tradicionais, como cupuaçu e farinha, podem ser levados na bagagem, mas é importante seguir algumas orientações. Para os que sentem falta das iguarias da região, como o famoso x-caboquinho, essa é uma alternativa para não deixar a saudade aumentar.
A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) estabelece diretrizes para o transporte de alimentos em voos, tanto nacionais quanto internacionais. Apesar de ser permitido levar itens alimentícios, as regras podem variar conforme a companhia aérea e as exigências sanitárias do país de destino. Assim, é fundamental que o passageiro verifique as restrições específicas junto à empresa aérea ou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Nos voos internacionais, é necessário estar atento às regras alfandegárias do país de destino. A ANAC recomenda que os viajantes consultem as autoridades sanitárias por meio dos consulados, já que algumas nações podem confiscar alimentos não declarados ou que não são permitidos. A responsabilidade sobre quais itens podem ser transportados cabe à companhia aérea e ao agente de proteção da aviação civil no aeroporto.
As principais companhias aéreas brasileiras, como Azul, Gol e Latam, possuem regras específicas sobre o transporte de alimentos. A Azul permite que itens alimentícios sejam levados na bagagem de mão para consumo durante o voo ou para destinos nacionais. A Gol exige que produtos perecíveis sejam acondicionados em embalagens que evitem vazamentos e maus odores, enquanto a Latam permite o transporte de alimentos, mas requer que estejam armazenados em embalagens herméticas.
Portanto, para os viajantes que desejam levar produtos típicos, como açaí, farinha uarini ou peixes como o tambaqui, é essencial verificar as condições de cada empresa aérea e as normas do destino. Assim, será possível transportar os sabores da Amazônia sem complicações e matar a saudade da gastronomia regional.
Fonte: Portal Amazônia