Palestra na UFAM homenageia Francisco Jorge e debate historiadores amazônicos
Encontro na UFAM no dia 13 de agosto discutirá a formação de historiadores no Amazonas e homenageará Francisco Jorge dos Santos, importante figura da historiografia local.

Manaus se prepara para um importante encontro que abordará a formação de historiadores no estado do Amazonas. O evento, agendado para o dia 13 de agosto, às 18h30, será promovido pelo Laboratório de Estudos em História do Trabalho e da Amazônia (LABUHTA), no Auditório Rio Solimões, do IFCHS/UFAM.
A palestra, intitulada “Além da Conquista: A Formação de um Historiador Amazônico”, irá homenagear a trajetória do renomado historiador amazonense Francisco Jorge dos Santos. Este encontro faz parte do “I Ciclo de Palestras Labuhta – Entre Gerações: trajetórias que construíram o Curso de História da UFAM”, que busca valorizar o trabalho de docentes e pesquisadores que contribuíram para a consolidação da graduação em História na Universidade Federal do Amazonas.
Os professores Dr. Rafael Ale Rocha e Dr. Francisco Jorge dos Santos participarão do evento, mediado pelo professor Dr. César Augusto Bubolz Queirós. César Bubolz destacou a importância de discutir a formação do historiador amazônico e a contribuição de Francisco Jorge para a pesquisa histórica na região, afirmando que ele é um dos principais responsáveis por essa evolução.
Esse evento abre uma oportunidade valiosa para estudantes, pesquisadores e professores, além de toda a sociedade, para conhecê-los os bastidores da criação do curso de História da UFAM. A iniciativa visa mostrar como diferentes gerações ajudaram a fortalecer a pesquisa sobre a Amazônia, formando profissionais que hoje atuam em diversas áreas, como universidades, escolas e instituições culturais.
Francisco Jorge dos Santos é um dos integrantes da primeira geração de historiadores formados pela UFAM, sendo reconhecido como um dos pilares da pesquisa histórica no estado. Sua obra “Além da Conquista – Guerras e Rebeliões Indígenas na Amazônia Pombalina” revolucionou os estudos sobre a Amazônia colonial e colocou os povos indígenas no centro da narrativa histórica, influenciando gerações de novos pesquisadores.
Fonte: D24AM