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Pastora Helena Raquel convoca evangélicas a denunciarem abusos em pregação impactante

Durante o 41º Congresso Internacional de Missões dos Gideões, a pastora Helena Raquel fez um apelo para que mulheres evangélicas denunciem abusos, abordando a violência doméstica nas igrejas.

Carlos Eduardo Lima2 min de leituraviolência doméstica, direitos das mulheres, igrejas evangélicas
Pastora Helena Raquel convoca evangélicas a denunciarem abusos em pregação impactante
Foto: (Foto: Reprodução)

Camboriú – A pastora Helena Raquel se destacou nas redes sociais após sua pregação no 41º Congresso Internacional de Missões dos Gideões, que ocorreu no último sábado (2) em Camboriú, Santa Catarina. Durante sua fala, ela fez um apelo contundente para que mulheres evangélicas se levantem e denunciem maridos e outros agressores, trazendo à tona a questão da violência doméstica nas comunidades religiosas.

Em seu discurso, Helena Raquel criticou abertamente a cultura do silêncio que ainda prevalece em muitas igrejas, além de denunciar a proteção de abusadores em nome da autoridade espiritual. Ela enfatizou que "não existe unção que justifique abuso" e que "não existe chamado que autorize agressão", reforçando que agressores não representam a verdadeira essência de Deus.

A pastora deixou claro que é necessário confrontar a situação e não proteger o pecado. "Se é pastor, se é obreiro, se é membro… mas fere, oprime e violenta, isso não é autoridade espiritual. Isso é pecado. E pecado não se protege. Se confronta", declarou com firmeza.

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Além de criticar a omissão das instituições religiosas, Helena também ofereceu orientações práticas para as vítimas de violência. Ela incentivou que as pessoas não se calem e que denunciem: "O silêncio nunca foi a vontade de Deus. Denuncie. Ligue 100. Ligue 180. A igreja precisa voltar a ser lugar de cura, não de medo. E onde há verdade, há libertação", afirmou.

A mensagem da pastora rapidamente ganhou força nas redes sociais, acumulando milhares de visualizações e compartilhamentos. Seu discurso reacendeu os debates sobre o papel das instituições religiosas na luta contra a violência doméstica e a importância de dar voz às vítimas dentro das comunidades.

Fonte: D24AM

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