Piloto de avião no Paraná relata avistamento de luzes estranhas no céu
Um piloto de avião particular relatou ter visto luzes se movendo rapidamente no céu do Paraná, gerando curiosidade e calafrios. O fenômeno ocorreu durante um voo na noite de segunda-feira.

SÃO PAULO – Na noite de segunda-feira, 13 de novembro, um piloto de um avião particular fez um relato intrigante a um controlador de voo enquanto sobrevoava o Paraná. Durante o trajeto entre as cidades de Maringá e Londrina, ele avistou duas luzes no céu que se moviam de maneira rápida e em movimentos circulares. O avistamento causou calafrios no piloto, que não conseguiu identificar a origem das luzes.
O áudio da comunicação entre o piloto e o controlador ganhou destaque nas redes sociais e foi divulgado pelo portal G1. No registro, o piloto questiona se outras pessoas haviam reportado fenômenos semelhantes, mencionando que as luzes estavam localizadas a oeste, entre as direções 290 e 300. O controlador, em resposta, informou que havia recebido um aviso da Torre Londrina sobre atividades incomuns naquela área, mas que ainda não havia identificação do que poderia ser.
O piloto, intrigado, sugere que as luzes possam ser um planeta, mas não descarta a possibilidade de algo mais enigmático. Ele descreve a experiência como “sensacional”, embora também cause uma sensação de calafrio. “É muito distante, muito alto e rápido o deslocamento das luzes quando elas aparecem”, afirmou, ressaltando que elas pareciam voar em círculos.
Ao ser questionado sobre a distância exata das luzes, o piloto admitiu não saber, mas reiterou que a visão era impressionante e causava um frio na espinha. Ele mencionou que seu companheiro de cabine também sentia o mesmo desconforto ao observar as luzes. “Fica aí o registro, realmente parece algo sobrenatural”, concluiu o piloto, pedindo desculpas pelo incômodo.
Fabio Faria, especialista em Gestão Aeroportuária e Gestão de Linhas Aéreas, explicou ao G1 que relatos de pilotos sobre luzes desconhecidas são comuns e fazem parte dos procedimentos de segurança da aviação. Ele afirmou que a comunicação à Defesa Aérea é uma prática padrão e não deve ser interpretada como confirmação de qualquer atividade extraterrestre. Faria também indicou que o fenômeno poderia estar relacionado à passagem de satélites da constelação Starlink, cujas luzes podem refletir a luz solar.
Fonte: Amazonas Atual