Polícia Civil de Roraima monitora atividades em áreas de terras raras
A Polícia Civil de Roraima realiza visitas para prevenir ilícitos em áreas com terras raras, vitais para a economia local. A ação é parte do compromisso com a legalidade e proteção ambiental.

A Polícia Civil de Roraima (PCRR) está intensificando suas atividades de monitoramento em áreas de terras raras, focando na prevenção e repressão de crimes relacionados à exploração mineral. As terras raras são consideradas estratégicas para o desenvolvimento econômico do estado e do Brasil, o que torna essencial a atuação da polícia nesse contexto.
Recentemente, a PCRR realizou uma visita técnica ao Complexo Barreira, situado na região de Caracaraí, para observar de perto as atividades de pesquisa mineral em uma das áreas com maior concentração desses minerais no país. Com mais de 36 hectares licenciados, o local abriga 16 elementos de terras raras, que são essenciais para diversas indústrias tecnológicas.
A delegada-geral da Polícia Civil, Simone Arruda, esteve presente na visita, acompanhada por outros delegados e uma equipe técnica composta por peritos e especialistas da Universidade Federal de Roraima (UFRR). O objetivo da visita foi aprofundar o conhecimento sobre os processos de pesquisa e exploração mineral, além de entender os aspectos legais envolvidos na atividade.
Simone Arruda comentou sobre a importância da presença da Polícia Civil em áreas de grande potencial econômico, afirmando que é fundamental garantir a legalidade e a proteção dos recursos naturais. “Uma descoberta mineral de grande impacto econômico traz à tona questões de responsabilidade e segurança pública”, destacou a delegada, alertando sobre possíveis disputas e fraudes na exploração dessas áreas.
A delegada também ressaltou que acompanhar projetos estratégicos permite à Polícia Civil antecipar desafios e contribuir para a segurança da população e para a proteção do patrimônio ambiental. “Devemos estar atentos desde o início, para garantir que o desenvolvimento ocorra dentro da legalidade e com segurança para todos”, concluiu.
Fonte: Portal Amazônia