Professor analisa túmulos de celebridades em visita inusitada no Rio
O professor Pedro Albuquerque viralizou ao avaliar túmulos de personalidades no Cemitério São João Batista. Suas críticas e elogios geraram repercussão nas redes sociais.

O professor Pedro Albuquerque ganhou destaque nas redes sociais após realizar uma visita diferenciada ao Cemitério São João Batista, localizado em Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro. Durante sua exploração, ele se dedicou a analisar os túmulos de diversas personalidades brasileiras, gerando uma série de comentários que rapidamente se espalharam pela internet.
Um dos primeiros túmulos que Pedro visitou foi o do famoso cantor Cazuza. Ao comentar sobre o local, ele fez uma ironia ao afirmar que o monumento era simples em comparação à exuberância da personalidade do cantor. "O cara passou a carreira inteira declarando que era exagerado e fizeram um túmulozinho de merda desse pra ele", escreveu Pedro em suas redes sociais.
Outro famoso que não escapou da análise do professor foi o arquiteto Oscar Niemeyer. Pedro fez uma observação divertida sobre a arquitetura do espaço onde Niemeyer foi sepultado, dizendo: "O cara foi sepultado numa construção muito melhor do que todas as coisas que ele próprio já projetou na vida". Essa perspectiva crítica foi bem recebida por muitos seguidores.
Por outro lado, o túmulo de Tom Jobim foi elogiado por Pedro, que o descreveu como "singelo" e fez referência à humildade do músico. Ele também se mostrou satisfeito com o túmulo de Santos Dumont, afirmando que "o pai da aviação tem um ótimo túmulo". No entanto, a visita também trouxe à tona questões sobre a conservação de alguns túmulos históricos, como o de Glauber Rocha, que Pedro considerou um verdadeiro descaso.
Em sua jornada, o professor também visitou o túmulo de Carlos Drummond de Andrade, onde expressou sua insatisfação ao notar que o local estava cercado por mato e túmulos depredados. Além disso, ele destacou a situação do túmulo de Nelson Rubens, que teve o busto de bronze furtado. Pedro concluiu sua visita com uma análise do túmulo de Didi, o Folha Seca, exaltando seu papel como campeão mundial e afirmando: "Melhor jogador da Copa de 58 foi esse daqui e não Pelé". Assim, sua visita não apenas entreteve, mas também provocou reflexões sobre a memória e a conservação da história cultural brasileira.
Fonte: D24AM