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Sindicato cobra medidas após vazamento de gás estireno em Manaus

Após mais de 24 horas do vazamento de gás estireno na Innova, sindicato exige a liberação de trabalhadores e posicionamento oficial sobre a segurança nas indústrias.

Marina Ribeiro2 min de leituravazamento, gás estireno, segurança do trabalhador
Sindicato cobra medidas após vazamento de gás estireno em Manaus
Foto: (Foto: Erick Nogueira – GDC)

Manaus vive um momento crítico após um vazamento de gás estireno na empresa Innova, localizada no Distrito Industrial. O Sindicato dos Metalúrgicos do Estado do Amazonas (Sindmetal-AM) manifestou seu repúdio à situação, considerando inaceitável a falta de ação de empresas e órgãos de controle ambiental e de saúde.

A situação se agravou ao longo do dia 16 de novembro, quando funcionários de uma fábrica de motos precisaram ser socorridos devido a mal-estar. O sindicato relatou que até o momento não havia sido divulgado um laudo técnico oficial ou diretrizes de segurança para as indústrias ao redor, levando a um clima de caos nas linhas de montagem.

Denúncias de trabalhadores indicam que várias fábricas continuaram suas atividades normalmente, mesmo após o vazamento, e muitos funcionários começaram a apresentar sintomas como náuseas, dores de cabeça e tonturas. Enquanto algumas empresas decidiram liberar os operários pela tarde, outras insistiram na permanência dos colaboradores, desconsiderando os riscos à saúde.

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A presidente em exercício do Sindmetal-AM, Catiana Camilo Cordovil, enviou um Ofício Circular urgente exigindo a suspensão de atividades que possam colocar vidas em risco até que sejam estabelecidos padrões técnicos de segurança. O documento enfatiza que a proteção da saúde e segurança dos trabalhadores deve ser prioritária em relação a qualquer interesse econômico.

Em resposta à situação, a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) afirmou que está monitorando os desdobramentos do incidente e exige informações detalhadas sobre as medidas de contenção. O superintendente Leopoldo Montenegro reiterou que a segurança dos trabalhadores é uma prioridade e sugeriu que as empresas permitissem a liberação dos funcionários, enquanto a Suframa trabalha remotamente como precaução.

Fonte: D24AM

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