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Transplante de membrana amniótica é incorporado ao SUS para feridas crônicas e alterações oculares

Ministério da Saúde incorpora transplante de membrana amniótica ao SUS para feridas crônicas, pé diabético e alterações oculares, beneficiando mais de 860 mil pacientes ao ano.

Ana Beatriz Souza2 min de leiturasus, ministerio da saude, membrana amniotica
Transplante de membrana amniótica é incorporado ao SUS para feridas crônicas e alterações oculares
Foto: (Foto:© Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O Ministério da Saúde incorporou o transplante da membrana amniótica ao tratamento de feridas crônicas, pé diabético e alterações oculares pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão foi tomada após parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec).

Segundo nota do ministério, a expectativa é que mais de 860 mil pacientes sejam beneficiados anualmente com a nova tecnologia. O procedimento passa a ser indicado para casos relacionados a feridas crônicas, pé diabético e alterações oculares.

A membrana amniótica é um tecido coletado durante o parto e utilizado na medicina regenerativa, com ação anti-inflamatória e cicatrizante. O uso desse material pode reduzir complicações no tratamento de diversas doenças.

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Em relação ao pé diabético, a tecnologia possibilita uma cicatrização até duas vezes mais rápida das feridas, quando comparada aos curativos padrão. O ministério informou que a membrana amniótica já é utilizada no SUS para tratamento de queimaduras extensas desde 2025, conforme consta na nota oficial.

Para alterações oculares, incluindo pálpebras, glândulas lacrimais e cílios, o tecido auxilia na cicatrização de feridas, pode reduzir a dor e otimizar a recuperação da superfície ocular. O ministério destaca que o curativo biológico contribui para a redução do risco de novas lesões e melhora a qualidade da visão, sendo uma opção eficaz principalmente para casos graves ou que não respondem bem aos tratamentos convencionais, como glaucoma, queimaduras oculares, inflamações, perfurações e úlceras da córnea.

Fonte: D24AM

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