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Colisão entre caças da Coreia do Sul ocorreu por tentativa de registro de imagem

Uma manobra para tirar fotos durante um voo levou à colisão de dois caças da Força Aérea da Coreia do Sul em 2021, sem feridos, mas com danos significativos.

Marina Ribeiro2 min de leituraCoreia do Sul, Força Aérea, colisão
Colisão entre caças da Coreia do Sul ocorreu por tentativa de registro de imagem
Foto: (Foto: Senior Airman Colville McFee – Força Aérea Americana)

As autoridades da Coreia do Sul determinaram que a colisão entre dois caças da Força Aérea do país, que ocorreu em 24 de dezembro de 2021, foi causada por uma manobra executada por um dos pilotos para registrar imagens durante o voo. O incidente aconteceu durante uma missão na cidade de Daegu e, embora não tenha deixado feridos, causou danos consideráveis às aeronaves envolvidas.

Conforme o relatório do Conselho de Auditoria e Inspeção de Seul, um dos pilotos decidiu usar um equipamento pessoal para filmar e tirar fotos, como forma de marcar seu último voo antes de uma mudança de função. Essa prática, segundo a auditoria, era comum entre os pilotos na época, mas carecia de um controle rigoroso.

O incidente ocorreu durante um voo em formação com duas aeronaves. Após completar a missão, o piloto começou a gravar, mas, em um determinado momento, fez uma manobra sem a devida coordenação com os outros membros da formação. Ele elevou a aeronave e inclinou-a para expor a parte superior para as imagens, resultando em uma colisão.

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A auditoria indicou que o avião do piloto responsável saiu de uma altitude de cerca de 4 mil metros, voando a mais de 570 km/h, e atingiu um ângulo de inclinação muito alto. A aproximação excessiva levou à colisão com outra aeronave, apesar das tentativas de evasão de ambos os pilotos. O incidente resultou em danos que exigiram a substituição de várias peças, totalizando aproximadamente 880 milhões de wons, cerca de R$ 3 milhões.

Felizmente, nenhum dos pilotos sofreu ferimentos, e ambos conseguiram pousar as aeronaves em segurança após a colisão. A investigação concluiu que o piloto que realizou a manobra agiu por motivação pessoal e não comunicou corretamente suas intenções, falhando em manter uma distância segura entre os aviões. Embora ele tenha alegado ter mencionado anteriormente seu desejo de registrar imagens, essa justificativa foi considerada vaga e insuficiente pelas autoridades.

Fonte: D24AM

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