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Deputado Thiago Rangel é preso em operação contra fraudes na educação

O deputado estadual Thiago Rangel foi detido em uma ação da Polícia Federal por supostas fraudes na Secretaria de Educação do Rio de Janeiro.

Carlos Eduardo Lima2 min de leiturafraude, educação, Polícia Federal
Deputado Thiago Rangel é preso em operação contra fraudes na educação
Foto: (Foto:Reprodução/@thiagorangeloficial)

No início da manhã desta terça-feira, 5 de setembro, o deputado estadual Thiago Rangel, do partido Avante, foi preso durante a quarta fase da Operação Unha e Carne, conduzida pela Polícia Federal no Rio de Janeiro. Esta operação tem como objetivo desmantelar uma suposta organização criminosa que estaria envolvida em fraudes relacionadas à compra de materiais e serviços, incluindo obras de reforma na Secretaria de Educação do Estado.

Os policiais federais executaram um total de sete mandados de prisão e 23 mandados de busca e apreensão em várias localidades, incluindo Rio de Janeiro, Campos dos Goytacazes, Miracema e Bom Jesus do Itabapoana. Essas ordens judiciais foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal, demonstrando a seriedade das investigações em curso.

Segundo a Polícia Federal, além de serem acusados de organização criminosa, os envolvidos poderão enfrentar acusações de peculato, fraude em licitações e lavagem de dinheiro. A situação levanta preocupações sobre a integridade dos processos de compra e contratação de serviços na administração pública.

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O gabinete de Thiago Rangel anunciou que uma nota oficial será divulgada ainda nesta terça-feira, abordando sua posição sobre a prisão. Em resposta ao escândalo, a Secretaria Estadual de Educação informou que está revisando todos os procedimentos administrativos relacionados às obras de manutenção e reparo nas escolas da rede estadual.

Entre as novas medidas adotadas pela Secretaria, destaca-se a definição de um limite de R$ 130 mil para obras classificadas como manutenções e pequenos reparos. Essa decisão segue as diretrizes da Lei de Licitações 14.133 e garante que qualquer obra que exceda esse valor seja tratada como um projeto de maior porte, sendo, portanto, gerida pela Empresa de Obras Públicas (Emop-RJ). Além disso, a secretaria está colaborando com o Ministério Público Estadual e o Tribunal de Contas do Estado para garantir a transparência das ações.

Fonte: D24AM

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