Discussões sobre os efeitos do mercúrio na saúde na Amazônia
A FVS-RCP participa de evento que discute os impactos do mercúrio na saúde dos amazônidas. Inscrições para a oficina estão abertas, visando conscientização e capacitação.

A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) está ativamente envolvida em um evento que aborda os impactos ambientais do mercúrio na saúde da população amazônida. Este encontro é parte de um esforço para discutir e proteger a saúde das comunidades que vivem na região.
Estão abertas as inscrições para a oficina intitulada "Mercúrio e os Desafios na Amazônia". O evento é coordenado pelo Programa de Extensão “Rios Online” da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), em colaboração com o Institut de Recherche pour le Développement (IRD), uma organização francesa que atua em pesquisas científicas voltadas para o desenvolvimento sustentável na Amazônia.
A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, enfatiza a importância dessas discussões para o fortalecimento das ações de saúde pública. Segundo ela, a participação da fundação contribui para o aprimoramento das estratégias de vigilância em saúde, aproximando-se das experiências práticas e da produção científica.
A professora Tereza Cristina Oliveira, da Ufam, que coordena o encontro, destaca que a iniciativa visa aumentar o acesso à informação sobre a presença de mercúrio em regiões como as Terras Yanomami e o Parque Nacional de Anavilhanas. A diversidade de instituições participantes enriquece o diálogo sobre essa problemática e amplia a conscientização.
O evento acontecerá no dia 22 de abril, no auditório Vitória Régia do Centro de Ciências Ambientais da UFAM, e será aberto ao público. As atividades práticas ocorrerão nos dias 23 e 24, com vagas limitadas, onde os participantes aprenderão técnicas de coleta e preservação de amostras para análises laboratoriais. Aqueles que completarem a programação receberão um certificado com carga horária de 30 horas, enquanto os participantes do primeiro dia receberão certificação de 8 horas.
Fonte: Portal Amazônia