Eneva contribui com mais de 400 hectares para restauração na Amazônia
Projetos apoiados pela Eneva restauraram 413,57 hectares de vegetação nativa no Amazonas, superando meta estabelecida. Iniciativa foi apresentada no II Seminário Floresta Viva.

Nos dias 25 e 26 de agosto, durante o II Seminário Floresta Viva Amazonas, realizado no Auditório do Bosque da Ciência, em Manaus, foram apresentados os resultados de dois projetos de restauração ecológica que já mobilizaram 413,57 hectares de vegetação nativa. Este número ultrapassa a meta de 400 hectares inicialmente prevista, com 107,48 hectares já restaurados em unidades de conservação do estado do Amazonas.
A iniciativa é fruto de uma parceria entre o BNDES e o Funbio, com a Eneva atuando como patrocinadora do edital, que recebeu cerca de R$ 11 milhões em investimentos. O Edital Amazonas, lançado em julho de 2023, visa apoiar projetos de restauração e fortalecer a cadeia produtiva relacionada às áreas de conservação no estado.
Um dos projetos, denominado “Restauração Ecológica Produtiva: Promovendo Paisagem Sustentável na Amazônia”, é executado pelo Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam). Este projeto atua em Reservas de Desenvolvimento Sustentável e em áreas de proteção ambiental, utilizando sistemas agroflorestais para promover a geração de renda e a valorização da biodiversidade local.
O segundo projeto, chamado Reflora, é conduzido pelo Instituto de Pesquisas Ecológicas (Ipê) e está focado na RDS Puranga Conquista, em Manaus. Este projeto combina técnicas de agroflorestais multifuncionais e regeneração natural assistida, contribuindo para o aumento da restauração na região amazônica, com a produção de 61,4 mil mudas e a coleta de 1,7 tonelada de sementes.
Durante o seminário, Rômulo Florentino, gerente de sustentabilidade da Eneva, destacou a importância da geração de renda e capacitação das comunidades locais para a manutenção da vegetação nativa. A programação do evento contou com a participação de representantes de diversas instituições e debates sobre a formação de uma rede local de sementes, que é fundamental para a restauração em larga escala na Amazônia.
Fonte: Amazonas Atual