Estiagem na Amazônia aumenta riscos de queimadas nas rodovias; saiba como agir
A estiagem do verão amazônico eleva o risco de queimadas nas rodovias. Motoristas devem estar atentos e saber como agir em situações de incêndio.

Durante o período de estiagem no verão amazônico, o risco de queimadas nas áreas de mata próximas às rodovias aumenta significativamente. A combinação de vegetação seca, baixa umidade do ar e ventos fortes, características dessa época do ano, favorece a rápida propagação do fogo, o que pode comprometer a visibilidade e a segurança no trânsito.
Motoristas que trafegam por essas rodovias devem redobrar a atenção e adotar cuidados especiais para garantir a segurança. É essencial que eles estejam informados sobre como agir ao se deparar com sinais de fogo nas proximidades das pistas, visto que a maioria dos incêndios é provocada pela ação humana, seja por descuido ou por práticas intencionais.
Atitudes comuns, como descartar bitucas de cigarro na estrada, queimar lixo às margens das rodovias e realizar fogo em áreas rurais, são responsáveis por muitos focos de incêndio. Além dos danos ambientais que essas queimadas ocasionam, a fumaça resultante reduz a visibilidade nas estradas e, consequentemente, aumenta o risco de acidentes.
O calor das chamas pode causar ainda danos à infraestrutura viária, como a destruição de placas de sinalização, danificações no pavimento e comprometimento de sistemas de comunicação e cabos elétricos. Portanto, é fundamental que os condutores estejam sempre vigilantes e tomem precauções.
Além dos riscos para os motoristas, os incêndios impactam a fauna silvestre da região. Os animais, ao buscarem abrigo do fogo, podem acabar cruzando as rodovias, aumentando o risco de atropelamentos. Nesses casos, os motoristas devem contatar os órgãos competentes para o devido atendimento e remoção dos animais. Em algumas rodovias, há sinalização específica alertando sobre a presença de fauna, orientando os motoristas a respeitarem os limites de velocidade e a agirem com cautela caso avistem animais silvestres.
Fonte: Portal Amazônia