Estudantes da Unifranz criam alimentos funcionais para melhorar a saúde
Na Universidade Privada Franz Tamayo, estudantes desenvolveram três protótipos de alimentos e bebidas com potencial para beneficiar a saúde de diferentes populações.

Na Universidade Privada Franz Tamayo (Unifranz), situada na Bolívia, alunos do curso de Bioquímica e Farmácia estão inovando ao criar três protótipos de alimentos e bebidas funcionais. Os produtos, denominados YoguFlex, Biofranz Energy e Curcuyog, têm como objetivo contribuir para o bem-estar de diversos grupos populacionais.
Esses projetos surgiram da pesquisa aplicada e da vontade de transformar conhecimentos em soluções práticas para questões de saúde, nutrição e desempenho físico. Um dos principais destaques é o YoguFlex, um iogurte enriquecido com colágeno, direcionado especialmente a pessoas idosas que sofrem com desconfortos articulares.
Jhoset Coaquira, estudante do curso, explicou que o YoguFlex pode auxiliar na redução das dores articulares e também pode ser consumido preventivamente por jovens abaixo de 50 anos. O colágeno utilizado no produto é obtido por meio de métodos de pesquisa, reconhecido por seus benefícios para a saúde das articulações, pele e tecidos conjuntivos.
Outro projeto notável é o Biofranz Energy, uma bebida que visa melhorar a hidratação e repor minerais essenciais em estudantes e atletas. Nayely Apaza, integrante da equipe, destacou que a bebida é formulada com eletrólitos, que são fundamentais para o funcionamento do sistema nervoso e muscular, além de favorecerem a concentração e o desempenho físico.
Por último, o Curcuyog, um iogurte funcional com curcumina, é destinado a pessoas com diabetes. Esther Quispe, estudante da Unifranz, ressaltou que o Curcuyog pode ajudar a reduzir os níveis de glicose no sangue e a melhorar a absorção de insulina. É importante notar que esses projetos são parte de iniciativas acadêmicas e não possuem registros ou licenças para produção comercial, mas demonstram o potencial da formação universitária em gerar impacto social positivo.
Fonte: Portal Amazônia