Explore o Complexo de Conservação da Amazônia Central, o maior patrimônio da Bacia Amazônica
Amazônia Central abriga o maior território protegido da Bacia Amazônica, reconhecido pela UNESCO. Conheça suas belezas naturais e biodiversidade.

Localizada no coração da Amazônia, a região conhecida como Complexo de Conservação da Amazônia Central possui mais de 6 milhões de hectares que incluem florestas, rios, lagos, ilhas, várzeas e igapós. Este complexo é considerado o maior território protegido da Bacia Amazônica e foi reconhecido como Patrimônio Mundial pela UNESCO.
A inclusão do Complexo na Lista do Patrimônio Mundial teve início em 2000, quando o Parque Nacional do Jaú foi reconhecido. Posteriormente, em 2003, a área protegida foi expandida para incluir o Parque Nacional de Anavilhanas e as Reservas de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá e Amanã, resultando na formação do atual Complexo de Conservação da Amazônia Central.
A diversidade de ambientes presentes na região oferece uma ampla gama de experiências turísticas para os visitantes. Entre as atividades disponíveis estão passeios de barco, trilhas, observação de animais e visitas a comunidades locais, permitindo um contato direto com a rica natureza amazônica.
A UNESCO destacou a importância da biodiversidade e dos processos ecológicos da região ao reconhecer o Complexo de Conservação da Amazônia Central. A dinâmica das águas, com variações sazonais de cheias e vazantes, molda constantemente a paisagem e sustenta diferentes habitats essenciais para a fauna e flora locais, incluindo o arquipélago de Anavilhanas, um dos maiores do mundo.
O complexo protege diversas espécies icônicas da Amazônia, como o pirarucu, a onça-pintada, a ariranha, o peixe-boi-da-amazônia, o jacaré-açu e duas espécies de botos de água doce. A região abriga cerca de 60% das espécies de peixes e aves conhecidas na Amazônia Central, evidenciando sua rica biodiversidade. Para quem deseja visitar, é recomendável planejar a viagem com antecedência e verificar as regras de acesso às unidades de conservação.
Fonte: Portal Amazônia