FVS-RCP Reforça Prevenção da Doença de Chagas na Amazônia
No Dia Mundial da Doença de Chagas, a FVS-RCP enfatiza a importância da prevenção e informação sobre a doença no Amazonas.

No dia 14 de abril, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) celebrou o Dia Mundial da Doença de Chagas, destacando a necessidade de uma informação adequada e da adoção de práticas preventivas para proteger a população. O dia serve para alertar sobre os riscos dessa doença e a importância de compreender como ocorre a transmissão.
O Amazonas possui um ambiente propício para a presença de insetos que podem ser vetores de diversas doenças, incluindo a Doença de Chagas. Os sintomas dessa infecção, causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, podem ser confundidos com os de outras enfermidades, e a falta de tratamento adequado pode levar a complicações sérias ao longo do tempo.
A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, enfatiza que o combate à Doença de Chagas requer ações integradas de vigilância e conscientização. “Nosso trabalho envolve tanto o monitoramento dos casos quanto a orientação da população, além de ações contínuas de vigilância em saúde em todo o estado”, afirma. A informação é uma ferramenta crucial para que as pessoas reconheçam os riscos e adotem os cuidados necessários no dia a dia.
Jackson Alagoas, diretor de vigilância sanitária da FVS-RCP, aponta a segurança alimentar como uma das áreas prioritárias nesse combate. Ele menciona que está em fase final uma portaria destinada a batedores de açaí, que visa orientar as vigilâncias sanitárias dos municípios e aprimorar o monitoramento do processo de produção desse alimento tão consumido na região.
Thabata Padilha, nutricionista da FVS-RCP, explica que a portaria tem como objetivo reduzir riscos associados a alimentos amplamente consumidos, como o açaí e a cana-de-açúcar, que podem ser fontes de transmissão oral da Doença de Chagas. Para prevenir essa contaminação, é fundamental garantir a segurança dos alimentos, com atenção à higienização e ao processamento adequado, além de verificar sempre a procedência dos itens consumidos.
Fonte: Portal Amazônia