Idesam oferece bolsas para impulsionar bioeconomia na Amazônia
O Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia oferece bolsas para imersão de 15 dias na Amazônia, visando a bioeconomia e o desenvolvimento de produtos sustentáveis.

O Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam) lançou uma nova iniciativa voltada para o fomento da bioeconomia na região amazônica. A ação, chamada Desafio Bioinovação Amazônia, busca transformar o conhecimento científico sobre a biodiversidade em produtos e negócios que possam ter um impacto global, gerando oportunidades para as comunidades tradicionais.
Dez profissionais serão selecionados para participar de uma imersão de 15 dias na Amazônia, com aproximadamente dez dias em Manaus e cinco dias em comunidades rurais, dependendo do desafio escolhido. Durante este período, os participantes terão todos os custos cobertos, o que permitirá uma experiência enriquecedora e prática.
A iniciativa convoca os participantes a solucionarem seis desafios em setores como alimentação, cosméticos e novos materiais verdes, utilizando matérias-primas locais, como castanha-do-brasil, açaí, andiroba, entre outros. A proposta é estimular a inovação e a criação de produtos sustentáveis que possam beneficiar tanto o meio ambiente quanto as comunidades locais.
O programa é dividido em quatro fases: seleção online, formação de equipes, imersão e validação, e uma cerimônia de premiação final. Os selecionados receberão suporte financeiro, com bolsas que variam de R$ 3,5 mil a R$ 7,5 mil mensais, dependendo do nível de formação, além de suporte laboratorial e mentoria especializada.
Além disso, haverá uma premiação final com três vencedores que receberão valores de R$ 200 mil, R$ 150 mil e R$ 100 mil, conforme a colocação. Os vencedores também se tornarão parceiros da Zôma, a geradora de negócios do Idesam, e terão acesso a suporte jurídico e estratégico para a criação de seus negócios. Essa ação conta com o financiamento do Bezos Earth Fund e parcerias com instituições como a Penn State University e a Cooperativa Central de Comercialização Extrativista do Acre (Coopeacre).
Fonte: Portal Amazônia