Mais de 10 mil filhotes de tracajás são soltos no Amazonas
O Instituto Claro e a UFAM promovem a soltura de mais de 10 mil tracajás nas comunidades ribeirinhas do Amazonas, em ações de preservação ambiental.

No último final de semana, mais de 10 mil filhotes de tracajás foram devolvidos à natureza durante a segunda etapa de soltura realizada pelo projeto Pé-de-Pincha, em celebração aos 25 anos do Instituto Claro. A ação ocorreu nas comunidades ribeirinhas do Amazonas, onde os filhotes foram soltos em áreas protegidas.
Desde fevereiro, a iniciativa já havia promovido a soltura de milhares de tracajás em comunidades como Santo Antônio, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, São José e Lago Preto. Em março, as solturas continuaram nas localidades Brasil 2, Pirainha, Tracajás e Tucunaré, reforçando o compromisso com a preservação da fauna local.
A parceria entre o Instituto Claro e a Universidade Federal do Amazonas (UFAM) não se limita apenas às solturas. O projeto envolve também a educação ambiental, com palestras e treinamentos realizados por especialistas, além do apoio das Prefeituras, IBAMA e Secretaria Estadual de Meio Ambiente. A participação da população ribeirinha é essencial para o sucesso da ação.
Daniely Gomieiro, vice-presidente de Projetos do Instituto Claro, destacou a importância da soltura para a preservação ambiental e a sustentabilidade das comunidades. “Cada soltura representa um novo passo para a preservação ambiental e a sustentabilidade das comunidades. Por isso, acreditamos tanto nesse projeto”, afirmou.
O projeto Pé-de-Pincha, criado em 2010, tem como objetivo proteger os tracajás e seu habitat, realizando a transferência de ovos para áreas seguras, onde os filhotes são monitorados até serem reintegrados ao ecossistema. O Instituto Claro, por meio de suas ações de responsabilidade social, busca conectar pessoas para um futuro melhor, beneficiando milhares de alunos e promovendo iniciativas de Educação e Cidadania.
Fonte original
Portal AmazôniaEste artigo foi reescrito com base na matéria original publicada em Portal Amazônia. Acesse o link acima para ler o texto completo na fonte.