Maria do Carmo critica uso da máquina pública nas eleições do Amazonas
A candidata ao governo do Amazonas, Maria do Carmo, expressou suas preocupações sobre o uso da máquina pública nas campanhas eleitorais, afirmando que isso torna a disputa desigual.

MANAUS - A candidata do PL (Partido Liberal) ao Governo do Amazonas, Maria do Carmo, se mostrou confiante em sua candidatura e acredita que disputará o 2º turno nas eleições. Durante sua votação na manhã de hoje, no CMEI Professora Joelma Silvade Oliveira, localizado no bairro Nossa Senhora das Graças, zona centro-sul de Manaus, ela criticou abertamente o que chamou de uso despudorado da máquina pública e o 'derrame de dinheiro' nas campanhas eleitorais.
A candidata afirmou que a disputa se torna mais difícil devido à concorrência com três máquinas, o que, segundo ela, gera uma situação de injustiça e desigualdade na campanha. "É uma campanha difícil, porque a gente luta contra três máquinas, e isso torna a campanha muito injusta e desigual. Devia haver algum mecanismo que proibisse o uso despudorado da máquina pública", defendeu Maria do Carmo.
Este é o terceiro pleito eleitoral de Maria do Carmo, sendo esta a primeira vez que ela se apresenta como candidata direta. Ela ressaltou a necessidade de implementar mecanismos que garantam um controle rigoroso sobre o uso da máquina pública. "Acho que deveria haver algum mecanismo que proibisse o uso despudorado da máquina pública, porque isso torna praticamente inviável uma campanha para qualquer pessoa", disse.
Maria do Carmo também destacou que a sociedade deve se questionar sobre o impacto do uso da máquina pública nas campanhas eleitorais. "A gente que sofre com mal governo devia se questionar se isso é salutar, se isso é normal você assistir a máquina sendo usada despudoradamente para financiar campanhas. As coisas que a gente ouve são surreais", afirmou.
O otimismo de Maria do Carmo em relação ao 2º turno é evidente. "Vou passar para o 2º turno. Vamos aguardar o resultado [da apuração] e depois celebrar com nossos correligionários", disse a candidata. Ela também mencionou que suas alianças futuras dependerão de critérios ideológicos, enfatizando que não fará alianças sem identidade de valores e princípios.
Fonte: Amazonas Atual