Reunião na Suframa busca intensificar combate a incêndios no Amazonas
Na noite de sábado (10), representantes da União se reuniram na Suframa para discutir ações contra queimadas no Amazonas. A reunião visa fortalecer a colaboração entre diferentes esferas do governo.

Manaus - A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) foi o local escolhido para uma reunião de emergência, ocorrida na noite deste sábado (10), a partir das 21h. O encontro contou com a presença de representantes da União, que se reuniram para discutir estratégias no combate às queimadas e incêndios florestais que afetam o estado do Amazonas.
O principal objetivo da reunião foi alinhar e intensificar as ações operacionais integradas, envolvendo tanto a administração federal quanto a estadual. Este esforço conjunto é fundamental, especialmente considerando o agravamento da estiagem e o aumento dos focos de incêndio na região metropolitana e no interior do estado.
A agenda emergencial contou com a participação de ministros, chefes de autarquias e representantes das forças de segurança. Entre os presentes estavam João Paulo Capobianco, ministro interino do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA); Waldez Góes, ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR); e Jair Schmitt, presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Além dos ministros, o superintendente do Ministério da Saúde no Amazonas, Geraldo Medeiros, e o tenente-coronel Jean de Morais, comandante das operações da Força Nacional de Segurança Pública no estado, também participaram das discussões. As decisões tomadas durante o encontro devem direcionar o uso imediato das tropas e aeronaves que chegaram recentemente à Manaus, com o intuito de conter os focos críticos de incêndio e prestar assistência à população afetada pela fumaça.
O enfrentamento às queimadas no Amazonas é uma questão de grande relevância, considerando o impacto ambiental e os riscos à saúde da população. A colaboração entre diferentes esferas do governo é essencial para mitigar esses efeitos e garantir a proteção da biodiversidade da região.
Fonte: D24AM