SGB lança mapas geológicos de 50 municípios mineradores na Amazônia
No Dia da Mineração, o Serviço Geológico do Brasil divulgou mapas que ajudam na pesquisa mineral e atraem investimentos para 50 municípios, incluindo os da Amazônia.

O Serviço Geológico do Brasil (SGB) apresentou, em celebração ao Dia da Mineração, que ocorre em 6 de maio, mapas geológicos detalhados de 50 municípios que atuam na mineração. Essas publicações são fundamentais para aumentar o conhecimento sobre o território e apoiar tanto a pesquisa mineral quanto a atração de novos investimentos.
Os mapas contêm informações detalhadas que ajudam a orientar as pesquisas, minimizando riscos associados à exploração e colaborando com o planejamento do setor mineral no país. De acordo com o diretor-presidente do SGB, Vilmar Simões, a geração desses dados geológicos é essencial para identificar áreas com potencial mineral, permitindo que empresas e investidores tomem decisões mais seguras.
Simões enfatizou que a diversidade geológica do Brasil é um diferencial estratégico que fortalece toda a cadeia produtiva mineral. Ele ressaltou que essa iniciativa está alinhada com as diretrizes do Governo Federal, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e com o apoio do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, com o objetivo de tornar o Brasil mais atrativo para investimentos que beneficiem a população.
O diretor de Geologia e Recursos Minerais, Valdir Silveira, explicou que os mapas ajudam os gestores municipais e as comunidades a conhecerem melhor as ocorrências minerais em suas regiões. Essa análise é crucial para avaliar as potencialidades e as necessidades de melhorias no conhecimento geológico, visando aumentar a atratividade para investimentos em pesquisa e produção mineral.
O SGB trabalha na geração de dados geológicos, geofísicos e geoquímicos com caráter pré-competitivo, essenciais para direcionar investimentos e reduzir riscos. As ações estão em conformidade com o Plano Nacional de Mineração 2030 e o Plano Decenal de Mapeamento Geológico, entre outros programas. Nos últimos anos, a instituição também se dedicou ao estudo de minerais críticos e estratégicos, que são vitais para a transição energética e uma economia de baixo carbono.
Fonte: Portal Amazônia