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Terra em alerta: Tempestade solar pode impactar nosso planeta até sábado

A NOAA alertou sobre uma tempestade geomagnética que pode ocorrer até sábado, provocada por uma ejeção de massa coronal do Sol. Fenômenos podem afetar sistemas elétricos e causar auroras em regiões inesperadas.

Carlos Eduardo Lima2 min de leituratempestade solar, NOAA, geomagnetismo
Terra em alerta: Tempestade solar pode impactar nosso planeta até sábado
Foto: Tempestade solar deve atingir a Terra neste sábado, alerta Administração Oceânica e Atmosférica (Imagem gerada por IA/Google)

SÃO PAULO – A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) emitiu um alerta sobre uma tempestade geomagnética que pode afetar a Terra até este sábado, dia 29. Essa tempestade é provocada por uma ejeção de massa coronal (EMC), um fenômeno que envolve grandes quantidades de plasma e campo magnético sendo liberados pelo Sol.

Segundo a NOAA, a chegada da EMC à Terra pode resultar em um aumento significativo na atividade geomagnética. Embora alertas deste tipo sejam considerados incomuns, a instituição afirma que não são raros. O fenômeno está sendo acompanhado de perto, especialmente em decorrência da interação com um buraco coronal, uma área da coroa solar caracterizada por menor densidade de plasma.

Esses buracos coronais permitem que o vento solar, em alta velocidade, escape em direção ao espaço. Quando esse material atinge a Terra, ele comprime o campo magnético que envolve o planeta, potencializando os efeitos da tempestade geomagnética. A NOAA classifica as tempestades geomagnéticas em uma escala que vai de G1 a G5, sendo G5 o nível extremo.

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Para o período entre sexta-feira e sábado, a NOAA prevê que a intensidade da tempestade alcance o nível G2, que é considerado moderado. Com isso, sistemas de energia localizados em latitudes mais altas podem enfrentar alarmes de tensão, e tempestades prolongadas têm o potencial de danificar transformadores elétricos. Além disso, a propagação de rádio em alta frequência pode sofrer interferências nas áreas de maior latitude.

Como consequência do fenômeno, é possível que auroras boreais sejam vistas em locais mais ao sul do que o habitual, incluindo regiões como Nova York e Idaho, nos Estados Unidos, que correspondem a cerca de 55° de latitude geomagnética. A NOAA já havia previsto uma tempestade geomagnética menor, de nível G1, para quinta-feira, dia 27, que poderia causar oscilações fracas na rede elétrica e impacto mínimo em satélites e aves migratórias.

Fonte: Amazonas Atual

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