Trump defende execução de Hasan e anuncia transmissão ao vivo
O presidente Donald Trump afirmou que Nidal Malik Hasan, condenado por assassinato, 'merece' fuzilamento. O Pentágono planeja transmitir a execução ao vivo em 3 de dezembro.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que Nidal Malik Hasan, responsável pela morte de 13 pessoas em um ataque em uma base militar em 2009, 'merece' ser executado por um pelotão de fuzilamento. Essa afirmação foi feita logo após o Pentágono anunciar que a execução ocorrerá no dia 3 de dezembro e poderá ser transmitida ao vivo.
Trump se referiu a Hasan como um 'maníaco' e reiterou seu apoio à pena de morte. Embora tenha expressado sua posição sobre a punição, o presidente não abordou especificamente a decisão do Departamento de Guerra de permitir que o público assista à execução.
Nidal Malik Hasan, que era psiquiatra do Exército dos EUA, foi condenado por abrir fogo na base militar de Fort Hood, localizada no Texas, em 5 de novembro de 2009. O ataque resultou em 13 mortes e 32 feridos, um evento que chocou o país e levantou questões sobre segurança militar e saúde mental.
Na quinta-feira, 8 de novembro, o Departamento de Guerra confirmou que a execução de Hasan será transmitida ao vivo, conforme anunciado pelo secretário de Guerra, Pete Hegseth. Em uma entrevista à emissora conservadora Real America’s Voice News, Hegseth afirmou que a execução será realizada em Fort Hood e que o público terá a oportunidade de assistir.
Hegseth também destacou que a última execução de um militar pelas Forças Armadas dos Estados Unidos ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial. A última execução sob a Justiça militar americana foi em 13 de abril de 1961, quando o soldado John Bennett foi enforcado. A última execução pública nos Estados Unidos aconteceu em 1936, no Kentucky, quando Rainey Bethea foi executado diante de uma multidão após ser condenado por um crime hediondo.
Fonte: D24AM