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TSE exige esclarecimentos do Facebook sobre restrições à campanha de Lula

O TSE determinou que o Facebook forneça explicações em 48 horas sobre possíveis restrições à campanha do PT. A coligação de Lula afirma que a plataforma está comprometendo a disputa eleitoral.

Ana Beatriz Souza2 min de leituraTSE, Facebook, Lula
TSE exige esclarecimentos do Facebook sobre restrições à campanha de Lula
Foto: Campanha de Lula foi intensificada nas redes sociais com a entrada de jovens deputadas e deputados eleitos no primeiro turno (Foto: Divulgação)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ordenou, neste sábado (10), que o Facebook apresente esclarecimentos sobre a suspeita de restrição seletiva de conteúdo relacionado à campanha do Partido dos Trabalhadores (PT) em um prazo de 48 horas. O despacho do TSE requer que a Meta, empresa controladora do Facebook, forneça informações detalhadas sobre o que está ocorrendo.

A decisão do TSE também inclui a solicitação para que a Agência Lupa e o Instituto Democracia em Xeque apresentem a metodologia utilizada em suas pesquisas sobre o assunto. Após a resposta da Meta, tanto a coligação que apoia Lula quanto a Procuradoria-Geral Eleitoral terão um prazo de 24 horas para se manifestar.

Mais cedo, a campanha do candidato Luiz Inácio Lula da Silva acusou o Facebook de atuar de maneira a interferir no processo eleitoral. Segundo a coligação, a plataforma estaria restringindo a entrega de postagens da campanha e de perfis aliados, o que comprometeria a igualdade de condições na disputa.

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A coligação também mencionou um levantamento do projeto VigIA, da Agência Lupa, que identificou uma rede de 255 perfis no Instagram geridos por inteligência artificial, que teria acumulado 58 milhões de visualizações em um mês atacando diretamente Lula, o PT e a primeira-dama Janja da Silva.

Por sua vez, a Meta se manifestou em nota, contestando as alegações feitas pela campanha de Lula. A empresa afirmou que as acusações são falsas e não têm fundamento, além de garantir que os problemas técnicos mencionados não afetaram apenas o Brasil ou contas específicas. A Meta reafirmou seu compromisso com as normas eleitorais e com a equidade no uso de suas plataformas.

Fonte: Amazonas Atual

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