UTI aérea realiza transferência de pacientes graves de Parintins a Manaus
No último sábado, duas remoções de emergência foram realizadas de Parintins para Manaus, incluindo uma criança e um idoso em estado grave.

Parintins - No sábado, dia 27, duas remoções de pacientes em estado grave foram efetuadas do município de Parintins, situado a 369 quilômetros da capital, Manaus, utilizando uma aeronave equipada com Unidade de Terapia Intensiva (UTI) aérea. Um dos pacientes transferidos é uma criança, diagnosticada com pneumonia grave, enquanto o outro é um idoso de 68 anos com câncer no pâncreas.
A Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) informou que essas remoções fazem parte da estrutura emergencial que o Governo do Amazonas montou para o 59º Festival de Parintins. A transferência da criança ocorreu do Hospital Jofre Cohen, em Parintins, para o Hospital e Pronto-Socorro da Criança Zona Oeste, em Manaus, onde ela receberá atendimento especializado.
O idoso, por sua vez, foi encaminhado para a Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon), em Manaus, onde receberá cuidados em oncologia. Ambas as remoções foram realizadas de maneira segura e coordenada, seguindo os protocolos do Complexo Regulador Estadual que monitora continuamente o estado clínico dos pacientes.
A estrutura montada para o festival inclui não apenas o serviço de UTI aérea, mas também três ambulâncias estrategicamente posicionadas entre o Aeroporto Júlio Belém e o Bumbódromo. O Governo do Amazonas tem se empenhado em fortalecer a assistência a pacientes que necessitam de transporte especializado, garantindo atendimento ágil e seguro para aqueles que utilizam o Sistema Único de Saúde (SUS).
Conforme dados da SES-AM, já foram realizadas mais de 32 mil remoções terrestres na capital, enquanto a UTI Aérea contabiliza 2.741 remoções de pacientes do interior para Manaus, representando um crescimento de 64% em relação a 2024. Essa ampliação da capacidade operacional reflete o esforço do Governo do Amazonas em garantir assistência oportuna e melhorar o acesso da população aos serviços de saúde, independentemente da localização geográfica.
Fonte: D24AM