Eduardo Bolsonaro é demitido da Polícia Federal por abandono de cargo
O Ministério da Justiça oficializou a demissão de Eduardo Bolsonaro da PF por faltas injustificadas. Ele estava licenciado após ter seu mandato cassado em 2025.

Brasília - O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) publicou, na edição do Diário Oficial da União desta segunda-feira, 21, uma portaria que confirma a demissão do deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro do quadro de escrivães da Polícia Federal (PF).
A razão para a demissão foi o "cometimento da infração disciplinar de abandono de cargo", conforme detalha o documento oficial, que menciona a ausência injustificada do ex-servidor por mais de trinta dias consecutivos.
Eduardo Bolsonaro enfrentou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) devido às suas constantes faltas ao trabalho. Ele abandonou o mandato de deputado federal e se mudou para os Estados Unidos, o que complicou sua situação na PF.
Embora estivesse licenciado para exercer sua função parlamentar, seu mandato foi cassado em 2025. A cassação ocorreu porque ele se ausentou sem justificativa de um terço das sessões deliberativas da Câmara dos Deputados, mesmo continuando a receber um salário de R$ 46.366,19.
Após a cassação, Eduardo deveria retornar ao seu posto como escrivão da PF no Rio de Janeiro. Contudo, por estar nos Estados Unidos, ele não voltou a trabalhar e, consequentemente, foi demitido da corporação.
Fonte: D24AM