Escritora do Amazonas utiliza literatura como ferramenta de inclusão e afeto
Rebeca Beatriz, escritora e socióloga amazonense, celebra o Dia do Escritor destacando a literatura como meio de inclusão e transformação social.

A literatura é uma poderosa ferramenta que vai além das páginas de um livro, funcionando como um instrumento de inclusão, representatividade e transformação social. Essa é a visão da socióloga, jornalista e escritora amazonense Rebeca Beatriz, que comemora o Dia do Escritor em 25 de julho, reafirmando seu compromisso em utilizar a escrita para promover reflexões, despertar emoções e ampliar o acesso à leitura.
Rebeca é autora de Devaneio: Amores Vividos, Histórias Inventadas, uma obra que reúne narrativas que transitam entre realidade e ficção. Por meio de sua escrita, a autora guia os leitores por histórias repletas de sentimentos, memórias e experiências humanas, criando uma conexão profunda com cada um deles.
Um dos aspectos mais notáveis de seu trabalho é que o livro ganhou uma edição em braille, tornando-se acessível para pessoas com deficiência visual. Essa iniciativa reforça a importância de democratizar o acesso à literatura, garantindo que todos possam vivenciar o poder transformador das palavras.
Para Rebeca, escrever é muito mais do que criar personagens ou desenvolver tramas; é um ato de escuta e sensibilidade. Ela acredita que a literatura acolhe, provoca reflexões e ajuda diferentes pessoas a se reconhecerem em uma mesma narrativa. “Quando escrevemos, deixamos um pouco de nós em cada página. Mas o mais bonito acontece quando o leitor encontra um pouco de si naquela história”, afirma a autora.
Além de sua trajetória na literatura, Rebeca também construiu uma carreira sólida no jornalismo, onde encontrou outra forma de contar histórias. Enquanto a reportagem documenta os eventos do cotidiano, a literatura oferece a oportunidade de explorar sentimentos e memórias sob novas perspectivas. Neste Dia do Escritor, ela celebra não apenas sua jornada pessoal, mas também o papel da literatura como um instrumento de inclusão e diálogo, contribuindo para construir uma sociedade mais sensível às diversas realidades.
Fonte: D24AM