Gisele Bündchen deixa dieta vegana e volta a consumir carne; entenda os motivos
A modelo Gisele Bündchen, aos 45 anos, explica em seu livro por que abandonou a dieta vegana e reintroduziu carne em sua alimentação após enfrentar problemas de saúde.

A modelo brasileira Gisele Bündchen, com 45 anos, compartilhou em seu livro intitulado Nutrir: Receitas Simples para Corpo e Alma, os motivos que a levaram a abandonar a dieta vegana, que exclui todos os produtos de origem animal de sua alimentação. A decisão de reintroduzir carne em sua dieta foi influenciada por uma série de desafios nutricionais que ela enfrentou ao longo dos anos.
Bündchen, que manteve uma alimentação baseada em plantas por um longo período, sempre teve uma forte conexão com os animais. Em sua obra, ela menciona que “os animais sempre foram uma parte importante da minha vida”, referindo-se a galinhas, cachorros, gatos e cavalos que considera parte de sua família. Antes de seguir a carreira de modelo, a possibilidade de se tornar veterinária também refletia sua paixão pelo cuidado animal.
No entanto, a decisão de eliminar as proteínas de origem animal trouxe dificuldades em obter todos os nutrientes necessários para a saúde. Gisele revelou que isso resultou em problemas como a anemia, mesmo após tentativas de suplementação e aumento do consumo de oleaginosas e folhas verde-escuras, além de acompanhamento de profissionais da saúde.
Esses desafios afetaram sua rotina profissional, causando desconfortos digestivos como inchaço e gases, especialmente devido ao alto consumo de feijão. A modelo comentou: “Ficar com gases e inchada não é legal, claro, e também não é ideal para um trabalho que envolve usar biquínis ou lingerie”. Esse desconforto foi um fator determinante para a reintrodução das proteínas de origem animal em sua dieta.
Após consultar um médico, Gisele decidiu que a melhor solução seria incluir novamente carne em suas refeições. Apesar disso, ela enfatiza que aprendeu muito durante o período em que foi vegana e que ainda consome uma dieta predominantemente baseada em vegetais, com cerca de 80% de proteínas vegetais e 20% de itens de origem animal. “Aprendi a ouvir meu corpo e fazer o que é melhor para ele”, concluiu.
Fonte: D24AM