Instituto CERTI Amazônia inova para fortalecer a indústria local
O Instituto CERTI Amazônia investe em tecnologias para aumentar a competitividade da indústria no Polo Industrial de Manaus, conectando empresas e pesquisadores.

No Polo Industrial de Manaus (PIM), diversas empresas estão em busca de soluções que possam aumentar sua eficiência, modernizar os processos produtivos e se adequar à transformação digital que caracteriza a indústria moderna. Nesse cenário, o Instituto CERTI Amazônia tem ampliado sua atuação, focando no desenvolvimento de tecnologias que atendem aos desafios do setor produtivo.
Com 23 anos de experiência, o Instituto CERTI Amazônia, que é uma entidade privada de Ciência, Tecnologia e Inovação, já completou mais de 120 projetos complexos nas áreas de hardware, software, automação industrial, digitalização de processos, inteligência tecnológica e Internet das Coisas (IoT). Estas iniciativas têm como objetivo apoiar as empresas do PIM na criação de soluções que elevem sua produtividade e competitividade.
Marco Giagio, diretor executivo do Instituto CERTI Amazônia, destaca que a entidade atua como uma ponte estratégica entre a ciência aplicada e as demandas do mercado. “Desenvolvemos soluções customizadas e sustentáveis”, afirma Giagio, ressaltando a importância de alinhar pesquisa e inovação às necessidades do setor produtivo local.
A CERTI Amazônia é credenciada pelo Comitê das Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento (CAPDA) da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) e trabalha na execução de projetos financiados pelos investimentos em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) realizados pelas empresas da região, em conformidade com a Lei de Informática. Esse suporte é vital para o desenvolvimento tecnológico, a formação de profissionais e a criação de uma rede que une indústrias, universidades e startups.
Além de sua atuação no Amazonas, o Instituto também se expandiu para o Pará, onde estabeleceu uma unidade no Parque de Bioeconomia e Inovação da Amazônia, em Belém. Essa nova estrutura visa fortalecer a conexão entre ciência, empreendedorismo e mercado, apoiando iniciativas voltadas para a sociobioeconomia e o desenvolvimento de negócios sustentáveis. Recentemente, o Instituto também tem aplicado sua experiência a projetos que tratam do uso sustentável dos recursos naturais e da floresta na região.
Fonte: Portal Amazônia