Lula afirma que Brasil não será governado por sócios do Banco Master
Durante ato de campanha em Ceilândia, Lula defendeu PEC que muda jornada de trabalho e criticou adversários políticos.

Na última quinta-feira (9), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reafirmou sua posição sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa alterar a jornada de trabalho, discutida atualmente no Senado Federal. Ele propôs a redução da carga semanal para cinco dias de trabalho seguidos de dois dias de folga, o que eliminaria a atual escala de 61.
Lula fez essas declarações durante um ato de campanha em Ceilândia, uma região administrativa do Distrito Federal, situada a aproximadamente 30 quilômetros do centro de Brasília. O evento teve como foco a mobilização para o segundo turno das eleições, onde o presidente também destacou sua intenção de participar de mais debates, tanto na televisão quanto nas redes sociais.
Em sua fala, Lula enfatizou que o Brasil não será novamente governado por grupos que ele considera fascistas ou que tiveram responsabilidade na desastrosa gestão da pandemia de covid-19. Citou especificamente os 'sócios do Banco Master' e os parentes do ex-banqueiro Daniel Vorcaro como figuras indesejadas no governo.
Acompanhado de sua esposa, Janja Lula da Silva, e de candidatos locais como Leandro Grass e Dora Gomes, Lula também fez uma defesa à soberania nacional. Ele afirmou que a bandeira verde e amarela representa aqueles que amam o Brasil e desejam proteger suas riquezas, em contraste com os que, segundo ele, preferem a influência americana sobre o país.
O presidente concluiu suas declarações fazendo um apelo à população, reafirmando que as riquezas do Brasil pertencem ao povo brasileiro e que é essencial lutar pela soberania nacional. A mobilização em Ceilândia é parte de uma estratégia para fortalecer sua candidatura e consolidar apoio entre os eleitores.
Fonte: D24AM